Vendas em lojas de varejos

Por que os consumidores preferem uma loja a outra, mesmo quando ambas oferecem essencialmente os mesmos produtos ao mesmo preço e são igualmente acessíveis?

A resposta está em que as casas varejistas têm personalidades ou imagens distintas e os consumidores favorecem a uma ou a outra em virtude de tais intangíveis . Dificilmente haverá um modo de explicar a preferência da freguesia por uma das grandes mercearias em cadeia em relação a outra, exceto na base mencionada. As lojas de varejo, como os produtos que vendem, têm imagens de “marca”.

A personalidade de uma loja abrange uma variedade de elementos, e já que Estes são percebidos e agregados de maneira diferente por diferentes espécies de pessoas, segue-se que uma loja criará uma quantidade de perfis de personalidade distintos e únicos, dependendo de quais os segmentos de mercado (como, por exemplo, as classes sociais) envolvidos.

Elementos tais como leiaute interno, amplitude dos passadiços, combinações de côres, aparência externa, presença ou ausência de vitrinas, idade e aparência do pessoal de vendas, preços, freqüência de vendas especiais, toaletes, marcas que a empresa tem em estoque e propaganda — tudo proporciona indícios importantes que formam a imagem. Certas lojas têm uma imagem de elegância que para algumas mulheres exerce atração, ao passo que para outras contém uma espécie de ameaça — “está além de minhas posses e seus fregueses são esnobes”.

Pierre Martineau diz que uma compradora será atraída por uma loja cuja imagem seja consistente com a que ela faz de si própria. Observa êle que : “… certas lojas podem intimidá-la; outras podem parecer que estão abaixo de seu nível social. Uma loja pode ser aceitável para um tipo de bens e não para outros. Quem compra pode ir a uma loja de departamentos, para ofertas de ocasião, roupas de crianças ou utensílios domésticos, e outra ir a uma outra para a aquisição de presentes ou artigos de uso pessoal.

Tudo isto não quer dizer que tais fatôres econômicos como preço e qualidade não tenham importância. Têm, porque podem ser partes principais da imagem. Certamente, o fabricante de mercadorias de qualidade pensará, ou deveria pensar, duas vêzes em vender seu artigo por termé de um varejista que proporcione fraca imagem.

Naturalmente componente, a qualidade do produto à venda força o de qualidade da imagem da loja, mas o relacio- namento também funciona de maneira inversa — a imagem de uma loja pode realçar a percepção de qualidade dos produtos que tem para vender.

A promoção desempenha e o fortalecimento da imagem de uma loja. Os produtos que o varejista seleciona para anunciar, a importância do preço no anúncio, a dignidade e estilo (a quantidadeo de espaço em branco e o uso de desenhos em linhas versus fotografias, por exemplo) e os veículos usados — tudo isso diz muito anúncios sôbre a loja. Simplesmente pela observa observação consumidores decidem — sem jamais a terem visitado antes — qual a classe de seus fregueses qual sua atitude e uesesm relação às pessoas pertencentes a urna classe social outra, se seus grupos balconistas são amistosos ou indiferentes.

Em suma, a composição de composição mercado é na realidade uma ação de comunicações em que tôdas as atividades interagem — algumas vêzes re mütuamente, algumas vêzes em conflito entre siforçando-se — a fim de formar uma imagem que pode ser favorável ou desfavorável.

Demos realce ao essencialmente envolve comunicação e que, para que esta conta. e, seus princípios básicos precisam ser levados em que haja mais discernimento quanto ao processo de comunicação, que (de modo simplificado) consiste em uma fonte (por exemplo, um indivíduo, uma estação de televisão ou um jornal), uma mensagem e um recipiente (por exemplo, um indivíduo, um membro de um grupo, ou um membro da massa que forma a audiência).

O processo é iniciado quando a fonte decide o comunicar, isto é, faz compreender o que deseja sob forma que quer apropriada para ser transmitida. Esta forma consiste em um conjunto de símbolos tais como palavras e figuras. O objetivo da fonte é codificar ato mensem de tal modo que será fácil ao recipiente ou receptor compreendê-la.

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